O clima não era dos melhores, afinal a perda de Whitney Houston foi significativa para todo o cenário fonográfico. Dias atrás, ela estava na pré-festa do Grammy e de repente...
O clima de chororô atrapalhou em alguns momentos, mas a premiação valorizou os melhores (num clima cada vez mais comercial - vale salientar).
Resumo dos principais ganhadores:
Adele: gravação do ano, álbum do ano, música do ano, melhor performance pop solo, melhor álbum pop;
Foo Fighters: melhor performance rock, melhor performance hard rock/metal, melhor música rock, melhor álbum rock;
Foo Fighters: melhor performance rock, melhor performance hard rock/metal, melhor música rock, melhor álbum rock;
Kanye West: melhor performance Rap (com Jay Z), melhor colaboração de rap, melhor música rap, melhor álbum rap;
Cee-Lo Green: melhor performance tradicional de R&B, melhor música de R&B.
Concordo com os prêmios distribuídos, exceto para o grupo Maná. Na categoria Latino, Calle 13 merecia pelo excelente álbum "Entren los que quieran".
Sobre os shows:
Adele: Linda, poderosa e impecável. Apresentação de arrepiar. A rainha do Grammy 2012 salvou a noite do marasmo.
Alicia Keys e Bonnie Raitt (em homenagem à Etta James): nem dá pra falar que foi uma apresentação...que coisa mais chocha. Parece que foi cortada pela metade. A morte recente de Whitney Houston apagou um pouco a importância de Etta. Uma pena. As duas divas sempre terão espaço onde as boas músicas e talento gratuito sem grandes produções são valorizados.
Chris Brown: dessa vez ele não voou, não bateu na Rihanna, não dançou que nem um doido. A música “Beatiful People” empolga, mas não foi dessa vez.
Foo Fighters: apresentação lá fora, e animação do público. Atenção especial mesmo para o prêmio de melhor performance Rock e o comentarista que fez a maior propaganda do Coldplay. O fulano teve que engolir a seco. “Eh, a gente tava torcendo pro Coldplay, mas eles merecem também”. A GENTE quem cara pálida? Senta Cláudia! E caladinha, por favor!
Deadmau5, David Guetta com Lil Wayne/ Chris Brown/Foo Fighters (set eletrônico): Apresentação fora do teatro e com o povo animado por qualquer coisa. Assistir clima de rave é tão sem graça quanto assistir pela tevê carnaval em Salvador. Tem que estar no meio do agito para gostar (ou não). Tem energias que a televisão ainda não tem a capacidade de captar, fazendo com que essa fosse uma apresentação sem coesão com as demais, sendo a mais deslocada da noite.
Tony Bennett com Carrie Underwood: Apresentação de churrascaria classuda é a melhor definição. Sem mais.
Katy Perry: a mais pop da noite, que veio com música nova. Mesmo assim não me empolgou.
Jason Aldean com Kelly Clarkson: mesmo com boas vozes e duo consistente, dormi.
Glen Campbell com The Band Perry e Blake Shelton: Boa apresentação, legítimo country. Aprende Taylor picolé de chuchu Swift!
Coldplay com Rihanna: não senti tanta sintonia entre cantora e banda. As apresentações isoladas foram melhores, mesmo assim senti Rihanna muito apática.
Bruce Springsteen And The E Street Band: Abriu a noite mostrando o clima de luto. Apresentação tímida, tímida.
Bruno Mars: Mais do mesmo. Anos 60 de novo? James Brown de novo? Queria novidade e me decepcionei.
Paul McCartney: Impecável com as guitarras, com as parcerias instrumentais, com a escolha de repertório. Fechou a premiação dignamente, mostrando que o tempo só faz bem para alguns, e o rock está mais vivo do que nunca.
Nicki Minaj: apresentação mais teatral da noite e com música nova. Viva!
Taylor Swift: aquela “animação” que contagia a gente. Aquele vestido que dá “vontade” de copiar...ah Taylor..como eu te admiro, sua linda (só que ao contrário)!
Beach Boys, Maroon 5 e Foster and the People: Sobre os B.B.: parecia convenção de ex-presidentes estadunidenses num karaokê. E o que os idosos fazem para parecerem gatões? Jaqueta de couro, boné e acessórios dourados. Problema quando vem tudo isso junto. Deu até um sustinho no começo. Depois que meus olhos pararam de sangrar percebi um som foi bacana/saudosista, nada mais que isso.
Sobre os outros, que “introduziram” a senilidade: apresentação morna e mais anos 60 (de novo). Já deu né...em 2011 tudo bem, mas repetir a dose outra vez, com aquelas roupinhas, aquelas pranchas “adornando” o palco, parecia The Wailers - só faltou a Liv Tyler e a dancinha do pulinho. Resumindo: Over!
Melhor comentário: depois dessa deu vontade de ir para a praia. Se depender pode ir, caro comentarista. Só faça a gentileza de ficar lá para sempre, obrigada.
Jennifer Hudson: Grande performance e principalmente uma grande responsabilidade assumida. Ela deu conta do recado, mesmo com tanta emoção. Dona Whitney deve ter ficado orgulhosa.
Os ganhadores você confere no site: http://www.grammy.com/nominees


A eu amo a Adele ela super mereceu néah ! Fiquei triste pela Whitney :(
ResponderExcluirPodem me chamar de chata, mas eu odiava o berreiro das músicas da Whitney, sinto pela perda como foi, devido ao estado em que ela se encontrava, de como ela se perdeu, mas não gostava das músicas dela não, "garrei" um ódio daqueles "and IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII" intermináveis rsrsr, mas respeito quem gostava com certeza!
ResponderExcluirbj
Si